Prazer em Desfrutar da Sua Plenitude!
I.
O QUE É ENCHER-SE DO ESPÍRITO?
- RENDER-SE A CRISTO EM TODAS AS ÁREAS DE SUA VIDA-Gl 5.17
“Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro” Veja alguns exemplos:
1. Estevão estava cheio do Espírito Santo
2. Paulo estava cheio do Espírito Santo
“Então Saulo, também chamado Paulo, cheio do Espírito Santo”– At 13. 9
3. Barnabé estava cheio do Espírito Santo
4. Os discípulos estavam cheios do Espírito Santo
Os discípulos continuavam cheios de alegria e do Espírito Santo.Atos, capítulo 13, versículo 52
II. CONDIÇÕES PARA QUE ALGUÉM SEJA “CHEIO DO ESPÍRITO”
O crente que deseja estar cheio do Espírito deve notar o seguinte: 1. Não apagar o Espírito-I Ts 5.19 “Não apaguem o Espírito.” 2. Não entristecer o Espírito – Ef 4.30 ”Não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção.” 3. Viver no Espírito – Gl 5.16 “Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne.” 4. Ser guiado pelo Espírito-Rm 8.14 “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.” 5. Orar no Espírito-Jd 1.20 “orando no Espírito Santo”
III. AS ATITUDES DE UMA VIDA CHEIA DO ESPÍRITO
O que representa na vida prática uma vida cheia do Espírito de Deus? Quais são os resultados? 1. OUSADIA NO TESTEMUNHO-At 4.8
Os discípulos continuavam cheios de alegria e do Espírito Santo.Atos, capítulo 13, versículo 52
- ESPIRITO DE UNIDADE-Ef 4.3 “Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.” 4. LOUVOR COMO ESTILO DE VIDA-Ef 5.19-20 “Falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.” 5. CRESCIMENTO ESPIRITUAL-II Pe 3.18 “Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém.” 6. O COMPORTAMENTO TRANSFORMADO-Ef 5.21 – 6.9
CONCLUSÃO