O PRINCÍPIO BÁSICO PARA A AUTOACEITAÇÃO
Sabia que você é a imagem e semelhança do Criador? Que ele fez você de modo especial e admirável? Pois é, as vezes sofremos por não sabermos de princípios bíblicos básicos sobre o assunto. Uma vez que você sabe quem você é, fica tudo mais fácil quando o assunto é Autoimagem. Vamos mergulhar no assunto!
O Senhor, contudo, disse a Samuel: "Não considere a sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração". 1 Samuel, capítulo 16, versículo 7 1 Samuel 16: 7
Esta meditação poderá mudar a sua vida. A maioria das pessoas tem problemas com autoimagem, que geralmente se demonstram de diversas formas criando novos problemas. Isto é algo natural do ser humano e precisa ser consertado por Deus. Seja bastante honesto(a) e procure aprender tudo. Primeiro, gostaria que você desse uma nota para si mesmo(a) de 0 a 10 nos seguintes itens:
Decido sua aparência
Decido sua capacidade intelectual
Decido sua sociabilidade (você se relaciona bem com a sociedade/família?) O princípio básico para a autoaceitação, ou seja, para que tenhamos uma boa autoimagem, é entendermos que o ponto de vista de Deus é diferente do ponto de vista do homem. Lembre-se de que o mundo jaz no maligno e, desta forma, está cheio de preceitos e princípios errados e/ou deturpados. Mas, como filhos de Deus, devemos ir contra essa corrente e passar a ver as coisas também pelo ponto de vista dEle. Isto muitas vezes não é fácil e é duro de aceitar, mas, para aqueles que têm experimentado verdadeiras mudanças de vida, têm sido uma grande bênção. Entender este princípio divino é o começo da vitória para aqueles que lutam a fim de vencer problemas. Pois muitas vezes deixamos que o exterior nos conduza e isto não é bom. Autoimagem, autoestima e autoaceitação verdadeiras são a mesma coisa: precisamos entender que o que agrada a Deus é o nosso interior e não o contrário. Para aprender mais: Provérbios 28.21; Marcos 12.14. Reflita: Laurie cresceu na casa da avó, porque a mãe não queria criá-la. Sempre que se encontrava com a mãe, esta lhe dizia que era uma menina má e que nunca seria nada. Quando chegou à adolescência, Laurie não tinha autoconfiança e frequentemente pensava: eu não presto para nada, nunca farei nada de bom na minha vida. Quando ela conheceu Philip e ele disse que a amava, ela acreditou que ele era a resposta para o seu ódio contra si mesma e casouse com o rapaz. Mas, nem mesmo o amor do marido apagou suas lembranças autodepreciativas. Quando sua filha primogênita nasceu, prematuramente e com inúmeros problemas físicos, muitas pessoas oraram a seu favor e a criança sobreviveu. Laurie podia agora amar outro ser humano e ver o seu amor retribuído por aquela criancinha que precisava tanto dela. Três anos mais tarde, o nascimento do segundo filho completou a família. Mas, em breve o peso e estresse de cuidar de duas crianças foi demais para Laurie. A falta de amor durante a sua infância prejudicou sua capacidade de satisfazer as necessidades emocionais de seus filhos. As crises temperamentais das crianças comunicaram a Laurie que ela não era uma boa mãe. Seus sentimentos de incapacidade fizeram com que se voltasse contra os filhos, com violência física e verbal. Laurie, aos trinta anos de idade, está sofrendo os resultados da autoimagem negativa que desenvolveu quando criança. Decida: Talvez você já tenha percebido onde esta meditação tocará em você, por isso, decida ir até o fim e usá-la para agradar a Deus. Ore: Agora é seu momento de oração, peça ao Espírito Santo que lhe dê disposição e ânimo para fazer todas as meditações dessa semana, e tudo aquilo que o Senhor tocar no seu coração. Até amanhã! AUTOIMAGEM